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Brainstorm: Distúrbio mental repentino; tempestade de idéias...
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Minhas palavras são apenas palavras... Coisa qualquer... Apenas reflete uma mulher insana que quando alcança, raramente, a lucidez acaba sendo rotulada como se estivesse tendo um distúrbio mental repentino.
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Desde já afirmo que: prefiro uma resposta qualquer a uma opinião desprezível de quem se acha dono da razão. Por isso qualquer coisa que eu escreva nada tem a ver com alguém que quer explicar algo, e sim trocar informações...
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Por mais absurdo que pareça, penso que somos livres... Mas optamos pela prisão quando acreditamos que viver é buscar: segurança! E não arriscamos mais nada em nossas vidas, passando a sobreviver de forma morna, às vezes, totalmente fria...
“Apagaram nossa memória! Por isso sentimos a dúvida. Por isso tanta angústia!”.
Quando alguém nasce para o mundo tridimensional, sua consciência fica presa pela percepção limitada dos cinco sentidos, e assim surge a doença da separatividade e do egoísmo. Lembra da famosa alegoria da caverna escura de um universo tridimensional, enquanto, na verdade, a vida só flui livremente nas dimensões mais sutis. Os seres humanos mal-informados pensam que as sombras projetadas na parede da caverna (o plano físico) são reais, mais a vida plena ocorre a céu aberto e é iluminado pelo SOL, símbolo do bem e da sabedoria.
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Robotizados para fazer isso e aquilo e só! Vivendo num mundo das sombras, das aparências (Como na caverna de Platão), e de forma submissa, devido nossa total ignorância, a mídia, esta cultura hipócrita que herdamos de nossos antepassados, controlam e treinam nossa mente para que tudo continue como está! Transformamo-nos em consumidores e trabalhadores escravizados que seguem normas e regras impostas, literalmente condicionadas, adestradas a agir de certa maneira; uma maneira sempre restrita e limitada. E uma vida irrefletida, vivida de forma mecânica, é o ingrediente principal para a perpetuação do programa. Para a manutenção do caos, onde ‘os fins justificam os meios’, ou seja, qualquer coisa para que os donos do poder, os senhores da religião, os donos da mídia, os senhores da guerra permaneçam no poder... Nossa civilização é catequizada, doutrinada a não questionar e aceitar esta tradição, onde a ética e a moral, não passam de uma grande mentira...
Tudo faz parte deste monstruoso programa que sabe como manipular nosso subconsciente através de mensagens subliminares, tradições...
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Observar este mundo – no qual luto pra não permitir que ele me possua – eu enxergo que além de tudo isto, existe muito mais... É um “além” que não está preso ao mundo porque é a própria vida... A transição constante... A relatividade gravitacional... Acordar a Glândula Pineal sem ignorar nossos instintos...
Por que não acreditar na possibilidade de ‘nós’ professores, podermos “ensinar” nossas crianças a exomatose? Ensinar não seria a palavra apropriada, mas sim dar estímulos para que não esqueçam tudo aquilo que já vêm sabendo ao nascer... Ajudá-los a relembrar...
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Rodrigo Romo, no livro “A Era de Ouro de Saint German” explica com clareza que “muitos satélites que são colocados na órbita do nosso planeta, têm por objetivo criar um escudo de ressonância, cuja freqüência se propague como um espelho de ecos, permitindo-lhes controlar e direcionar um elevado percentual de cidadãos do mundo”.
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Faz-se necessário desligar todos os meios de comunicação, estas interferências contribuem com nossa demência insuportável com toda esta inautenticidade que segundo Sartre é a norma.
Quando uma pessoa vive sem autenticidade, ela encobre não só a verdadeira natureza do mundo, mas também a própria. Para os existencialistas, embora os seres humanos se encontrem numa situação que não escolheram, estão livres para determinar no contexto dessa situação. Como essa liberdade é assustadora, preferem negá-la. Indivíduos que vivem de modo não autêntico negam a liberdade. Conseqüentemente, vivem sem uma percepção genuína de suas possibilidades. Por exemplo, em vez de aproveitar a oportunidade de criarem a si próprios, eles adotam identidades predeterminadas. Assumem papéis que foram ditados por outros.
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Por isso o Brainstorm... A grande tempestade cerebral, os surtos individuais e os de massa... O movimento para a autenticidade representa e ao mesmo tempo, é experimentado como um movimento para a insanidade, pois a compreensão alcançada na autenticidade transcende o que é estabelecido como “normal”. Conseqüentemente, o indivíduo que se aproxima dela ou a alcança não só parece louco para os outros, mas provavelmente se sente também.
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Admiro a incoerência, talvez ela seja um dos requisitos para a liberdade, pelo menos temos consciência desta maldita lavagem cerebral que fizeram conosco desde que nascemos... Enxergamos os inquisidores, catequizadores que nos torturam com esta insistência em nos imbecilizar... Pra que continuemos a engolir toda esta merda a seco, calado e sem nenhum tipo de questionamento?
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Rodrigo Romo, no livro “A Era de Ouro de Saint German” explica com clareza que “muitos satélites que são colocados na órbita do nosso planeta, têm por objetivo criar um escudo de ressonância, cuja freqüência se propague como um espelho de ecos, permitindo-lhes controlar e direcionar um elevado percentual de cidadãos do mundo”.
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Faz-se necessário desligar todos os meios de comunicação, estas interferências contribuem com nossa demência insuportável com toda esta inautenticidade que segundo Sartre é a norma.
Quando uma pessoa vive sem autenticidade, ela encobre não só a verdadeira natureza do mundo, mas também a própria. Para os existencialistas, embora os seres humanos se encontrem numa situação que não escolheram, estão livres para determinar no contexto dessa situação. Como essa liberdade é assustadora, preferem negá-la. Indivíduos que vivem de modo não autêntico negam a liberdade. Conseqüentemente, vivem sem uma percepção genuína de suas possibilidades. Por exemplo, em vez de aproveitar a oportunidade de criarem a si próprios, eles adotam identidades predeterminadas. Assumem papéis que foram ditados por outros.
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Por isso o Brainstorm... A grande tempestade cerebral, os surtos individuais e os de massa... O movimento para a autenticidade representa e ao mesmo tempo, é experimentado como um movimento para a insanidade, pois a compreensão alcançada na autenticidade transcende o que é estabelecido como “normal”. Conseqüentemente, o indivíduo que se aproxima dela ou a alcança não só parece louco para os outros, mas provavelmente se sente também.
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Admiro a incoerência, talvez ela seja um dos requisitos para a liberdade, pelo menos temos consciência desta maldita lavagem cerebral que fizeram conosco desde que nascemos... Enxergamos os inquisidores, catequizadores que nos torturam com esta insistência em nos imbecilizar... Pra que continuemos a engolir toda esta merda a seco, calado e sem nenhum tipo de questionamento?
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Sinto-me mal e com indigestão total em pensar que ainda insisto em continuar na educação! É um abismo sem fim que parece me engolir e por mais que eu grite ninguém me ouve, muito menos enxerga... Mas quando ‘transgrido’ alguma ‘norma’ de conduta, seja ela pequenina e praticamente transparente, e até tola, porque minha capacidade é quase nada, (porque também não deixo de ser uma fraude), eles vêm como urubus querendo me mandar pra fogueira de novo!
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É foda mesmo!!
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Sim, sou uma fraude, porque, mesmo consciente da barbárie do sistema, continuo batendo cartão e pagando tributos abusivos e absurdamente humilhantes para um verdadeiro cidadão!! Triste constatação! Só que assumo! Não me escondo atrás de discursinhos progressistas visando um cabide na lata do lixo do governo!
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(Daniela Borali)
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